Pequeno glossário do novo ciclista. Os 5 primeiros

Desde a popularização da bicicleta e de algumas modalidades como o bike trial, o BMX e o mountain bike (MTB), uma série de palavras novas surgiram para dar nome a coisas que já conhecíamos. Neste post você vai conhecer algumas delas, simplesmente relacionando o que é com o “como é chamado”.  Não é questão de não querer pagar mico numa roda de ciclistas, chamando a caramanhola de garrafinha, mas sim para você expandir seus conhecimentos sobre o mundo da bicicleta.

Caramanhola

Caramanhola Polar. Foto: Fernando Campoi

1 – Caramanhola
A famosa garrafinha, ou squeeze, dispensa apresentações, você já sabe o que é, mas também é importante saber que se investir em uma boa caramanhola, terá sempre água fresca por mais tempo, com higiene, conforto e muitas vezes estilo.

2 – Camel bak
É um daqueles casos como o Cotonete, onde a marca virou nome do produto. Nada mais é do que uma mochila de hidratação, preparada para proteger o líquido que o ciclista vai consumir durante a pedalada para que não esquente. Ela traz praticidade porque te libera de ficar pegando a caramanhola já que tem uma mangueirinha acoplada a mochila, e por outro lado também libera o peso extra na bike.

3 – Selim
É verdade que muita gente ainda desconhece que o banco da bicicleta também tem esse nome, e a título de curiosidade, é importante você saber que a escolha correta do selim pode gerar um conforto extraordinário para você, evitará dores nas costas, no coccix, nas pernas e outros trocentos desconfortos.

4 – Computador ou velocímetro
Simplesmente é o ciclocomputador, que faz inúmeras medições e apresenta outras tantas estatísticas sobre as suas pedaladas. Existem muitos modelos de 5 a N funções. Em breve vamos mostrar pra você como escolher um desses para incrementar a bicicleta e os seus treinos.

5 – V-Brake
Se você já passou dos 30 deve se lembrar daqueles freios ferradura onde a gente colocava um pote de Yakult amassado em contato com o pneu da bicicleta para fingir que estávamos em uma moto. Pois bem, esse freio ferradura ainda é utilizado, mas esse tal de V-Brake (do inglês “freio em V”) é muito mais popular hoje, tem de várias marcas e qualidades, por isso, muitas vezes é preferível um bom V-Brake do que um freio a disco medíocre.

Algumas peculiaridades são ainda mais interessantes e claro, considerando a regionalidade, aspectos culturais e geográficos do nosso imenso país levam a nomes completamente diferentes para a mesma peça, componente ou acessório da bike, como por exemplo, na época em que tive loja em Goiás, descobri que “Aro” é chamado de “Friso”, “Pedivela” é chamado de “Z” e por aí vai.

<a href="https://pedaleria.com/autor/educapivara/" target="_self">Edu Capivara</a>

Edu Capivara

Edu Capivara é Delegado Internacional do Biketrial no Brasil desde 1991 e introdutor do esporte em meados da década de 80. É amigo pessoal de Pedro Pi, o inventor do Biketrial e de toda a cúpula da BIU (Biketrial International Union) . Profundo conhecedor do mundo da bike, começou suas aventuras em modalidades como o BMX e o Mountain Bike no início desses esportes no Brasil. Já participou de campeonatos mundiais de biketrial pelo mundo todo, inclusive do primeiro, em 1986 na Europa.

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